Polícia Federal investiga possíveis casos da Baleia Azul, em Moreno

Duas irmãs de 14 e 16 anos podem esta envolvidas em jogo mortal da Baleia Azul. A descoberta partiu da mãe, que ao assistir uma reportagem na TV na segunda-feira(17) a respeito de casos envolvendo a trama macabra, passou a observar e percebeu lesões nos braços e mãos das filhas. Na terça, a família se dirigiu até a Polícia Federal que fica no bairro do Recife (Recife antigo), onde fez a denúncia. Giovane Santoro, Chefe de Comunicação da Polícia Federal em Pernambuco, disse que o caso está sendo investigado e. “Num primeiro momento, elas deram muitos detalhes sobre como entraram no jogo através do Facebook, mas, em seguida, começaram a se contradizer. Ainda estamos analisando”, pontuou.

Com o fato registrado em Moreno, sobe para sete o número de casos que estão sendo investigados em todo estado de Pernambuco. São dois casos em Moreno, dois casos no Recife nos bairro de Brasília Teimosa e Ibura, um caso no município do Paulista, um em Vicência e outro em Goiana.

O corpo de uma Adolescente de 15 anos foi encontrado por pescadores na tarde da última quinta (20), no rio São Francisco, em Petrolina. Segundo DP, ” Ana Vitória Sena de Oliveira estava desaparecida desde a segunda-feira e, de acordo com informações da Polícia Militar, morava na cidade vizinha de Juazeiro, na Bahia. A família suspeita que o suicídio da menina, que apresentava ainda cortes nos braços e na região dos pulsos, tenha relação com o “jogo da Baleia Azul”. 

 

POLÍCIA RECOMENDA ATENÇÃO REDOBRADA COM OS ADOLESCENTES

“Nós pedimos que os pais fiquem atentos e procurem a polícia. Estamos fazendo exames nas pessoas lesionadas e fazendo a ouvida qualificada das crianças. Vamos solicitar apoio do serviço de inteligência para identificar os curadores. As ameaças não vão se concretizar, esses covardes estão aliciando os meninos, que são vulneráveis, mas não vão sair do anonimato, da zona de conforto, para ir atrás de ninguém. Mas precisamos identificá-los e salvar também os outros participantes. O problema é sério, é grave, e os pais precisam ficar atentos”, concluiu o delegado Darlson Macedo, gestor da DPCA.